estas poesias são como prêmios ...
nascem de tempos em tempos...
precisa brotar no âmago!
o resultado...
não é o que todo mundo espera...
e sim o que minhas palavras brotam sem esperar!
depende de quem solta meus bichos...se os solta livres...
de verdade!
sexo poetico 3 dia 2/08/2004 8/2/2004 1:23 PM
vou decalcar o meu corpo com as tatuagens do teu...arrancarei a tua pele com a saliva que adoça a tua carne...
a boca que beija e encena
a mordida fatal...
que mata a presa...
que desfalece a alma por instantes apenas...
acordar-te-ei...com fragelos, queimando-te
com o calor da minha boca...
com a lingua que fere a mais baixa camada da tua
pele...
quase carne viva...
carne vida...quase sofrida...
ninguém sofre amante...
lingua que morde...
lingua que percorre a roda da vida...
aureola da dor...
que da prazer no ardor...desfalece a
presa...ressuscita o gozo...
lingua que come tua lingua...
devorando teus pensamentos...
instigando seus momentos...
saciando minha fome...
da minha pele branca quase lua...
que esquenta branda e acalma na tua...
fartar, saciar, satisfazer, satiare!
montes doloridos...
de bicos ardidos...
rosados aromados...
com cheiro de céu...e o cheiro do corpo teu...
falta pedaço na poesia...
falta pedaços em nossas carnes...
nascem de tempos em tempos...
precisa brotar no âmago!
o resultado...
não é o que todo mundo espera...
e sim o que minhas palavras brotam sem esperar!
depende de quem solta meus bichos...se os solta livres...
de verdade!
sexo poetico 3 dia 2/08/2004 8/2/2004 1:23 PM
vou decalcar o meu corpo com as tatuagens do teu...arrancarei a tua pele com a saliva que adoça a tua carne...
a boca que beija e encena
a mordida fatal...
que mata a presa...
que desfalece a alma por instantes apenas...
acordar-te-ei...com fragelos, queimando-te
com o calor da minha boca...
com a lingua que fere a mais baixa camada da tua
pele...
quase carne viva...
carne vida...quase sofrida...
ninguém sofre amante...
lingua que morde...
lingua que percorre a roda da vida...
aureola da dor...
que da prazer no ardor...desfalece a
presa...ressuscita o gozo...
lingua que come tua lingua...
devorando teus pensamentos...
instigando seus momentos...
saciando minha fome...
da minha pele branca quase lua...
que esquenta branda e acalma na tua...
fartar, saciar, satisfazer, satiare!
montes doloridos...
de bicos ardidos...
rosados aromados...
com cheiro de céu...e o cheiro do corpo teu...
falta pedaço na poesia...
falta pedaços em nossas carnes...


